Saúde
Publicado em 02/07/2024, às 07h51 Josué Damaceno/Fiocruz/Divulgação Pedro Moraes
A transmissão de meningite por meio de caramujos (meningite eosinofílica) ganhou um alerta por parte da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O ponto de partida foi a morte de um paciente, ocorrida no dia 22 de abril deste ano, na cidade de Nova Iguaçu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
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Com base em análises laboratoriais, a presença do verme causador da doença, Angiostrongylus cantonensis, no molusco do gênero Pomacea, conhecido também como Iolô, foi constatada.
Vale lembrar que a meningite é uma doença caracterizada pela inflamação das meninges, que são as membranas responsáveis pelo revestimento do encéfalo e da medula espinhal.
Por essa razão, o achado foi comunicado pelo Serviço de Referência à Secretaria de Saúde local e ao Ministério da Saúde (MS). Em função da confirmação da infecção no molusco, outra equipe do IOC/Fiocruz passou a integrar a investigação epidemiológica na cidade.
O Laboratório de Biologia e Parasitologia de Mamíferos Silvestres Reservatórios, que atua como Referência Nacional em Taxonomia e Diagnóstico de Reservatórios Silvestres das Leishmanioses, foi acionado pela Superintendência de Vigilância Ambiental em Saúde de Nova Iguaçu.
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