Saúde

Nova variante do vírus da dengue deixa autoridades em estado de alerta; saiba detalhes

Brasil entra em 2025 sob alerta devido ao avanço do vírus da dengue  |  Ilustrativa/Pixabay

Publicado em 26/01/2025, às 16h00   Ilustrativa/Pixabay   Cauan Borges

O Brasil entra em 2025 sob alerta devido ao avanço do vírus da dengue. Após enfrentar a pior epidemia da doença em 2024, com mais de 6,6 milhões de casos e 6.068 mortes, os primeiros dados deste ano indicam um cenário ainda mais grave, de acordo com o Ministério da Saúde.  

Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube!

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Em São Paulo, os casos de dengue registraram um aumento de 51% até meados de janeiro, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O principal fator por trás desse crescimento é a reintrodução do sorotipo 3 do vírus, que estava erradicado há 17 anos. 

A circulação simultânea de diferentes sorotipos aumenta significativamente o risco de quadros graves, como a dengue hemorrágica, que apresenta uma taxa de letalidade cerca de cinco vezes maior do que a da forma comum da doença.  

Diante desse quadro preocupante, o Ministério da Saúde e as administrações locais intensificaram os esforços para conter o impacto da epidemia. Entre as ações adotadas estão o fortalecimento das campanhas de prevenção, com ênfase no uso de repelentes e na eliminação de criadouros em áreas urbanas.  

📢 Siga acompanhando as redes do Ministério da Saúde para atualizações sobre os encaminhamentos e as novas estratégias para 2025.

Saiba mais em: https://t.co/MTNOgaE6xE

— Ministério da Saúde 🩵 (@minsaude) January 22, 2025

As autoridades reforçam o alerta à população sobre a importância de colaborar com as medidas preventivas, já que o combate ao mosquito Aedes aegypti é essencial para conter o avanço da dengue. As informações são do portal G1.

Classificação Indicativa: Livre


TagsSalvadorSão Pauloministério da saúdedengueaedes aegyptibnewsfebre amarelanísia trindade

Leia também


Registro de mortes por febre amarela preocupa órgãos de saúde; saiba detalhes