Saúde

Quase 600 brasileiros têm o pênis amputado a cada ano no Brasil; entenda o caso

Dados levantados pela SBU mostram que de 2015 até novembro de 2024 foram registradas 5.851 amputações do órgão  |  Divulgação | Freepik

Publicado em 03/02/2025, às 14h18 - Atualizado às 14h38   Divulgação | Freepik   Alex Torres

Um dado alarmante tem preocupado a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Um levantamento da entidade realizado juntamente com o Ministério da Saúder mostrou que quase 600 amputações de pênis são registradas no Brasil em média por ano. 

De acordo com a entidade médica, o câncer de pênis segue como a principal causa para a necessidade do procedimento. A SBU chama a atenção para a doença, mas destaca que ela pode ser evitada com medidas simples, como higiene adequada e vacinação contra o HPV. 

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Os dados levantados pela SBU mostram que de 2015 até novembro de 2024 foram registradas 5.851 amputações do órgão, uma média de 580 a cada ano. No mesmo período, foram 22.212 internações por câncer de pênis, média de 2,2 mil a cada ano. Entre 2014 e 2023, ainda houveram 4.502 mortes pela doença. 

Os urologistas explicam que a maior incidência do câncer de pênis costuma ocorrer em homens a partir dos 50 anos, embora a doença também possa acometer os mais jovens. O sintomas mais comuns são: Ferida que não cicatriza; Sangramento sob o prepúcio; Secreção com forte odor; Espessamento ou mudança de cor na pele da glande (cabeça do pênis); Presença de nódulos na virilha.

Já entre os fatores de risco para a doença, estão baixas condições socioeconômicas; higiene inadequada da região íntima; fimose; infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) e tabagismo.

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