Saúde

Quer viver mais? Confira cinco alimentos para comer depois dos 50 anos, segundo Harvard

São alimentos compostos por fontes de vitaminas, minerais, carboidratos integrais, proteínas e gorduras saudáveis  |  Reprodução / Freepik

Publicado em 25/08/2025, às 11h10 - Atualizado às 12h37   Reprodução / Freepik   Leonardo Oliveira

Várias pesquisas e estudos relacionados à saúde comprovam os benefícios da dieta básica de algumas populações longevas que vivem na região do Mediterrâneo. Ela gera vantagens como a diminuição da ocorrência de doenças no coração e prolongamento da juventude do cérebro.

Uma dieta benéfica é composta por boas fontes de vitaminas, minerais, carboidratos integrais, proteínas e gorduras saudáveis, além do baixo consumo de gordura saturada e alimentos industrializados.

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De acordo com um grupo de nutricionistas da Universidade Harvard (EUA), existe uma lista de cinco alimentos que devem ser consumidos após os 50 anos para se viver mais. A fim de potencializar esses efeitos rejuvenescedores, o recomendado é investir em uma alimentação diversificada e saudável, sempre aliada a um estilo de vida sem vícios e ativo mental e fisicamente. Veja a lista:

Alimentos como nozes, amêndoas, macadâmias, castanha-do-pará e castanha-de-caju são fontes de gorduras boas e antioxidantes, compostos essenciais para manter a saúde do coração. Os ácidos graxos ômega-3 mantém as células cerebrais saudáveis e ajudam a reduzir a inflamação.

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Folhas como rúcula, espinafre, acelga, entre outros alimentos, como a catalonha, fazem parte de um grupo de alimentos para serem consumidas diariamente. Pode ser utilizada para tratamento de condições da saúde óssea, imunidade, queda de cabelo, saúde intestinal e cardiovascular.

Essas frutas, como morango e framboesa, caracterizadas pela coloração vermelha e roxa, possuem nutrientes benéficos para a saúde, como a antocianina, um antioxidante que oferece cor aos alimentos.

Além disso, o mirtilo, também conhecido como blueberry, ajuda a controlar a glicemia e hipertensão, aliviando a queda cognitiva de demências. Possui também vitamina A e luteína, que melhora a visão. Esses alimentos também contém a presença de minerais como potássio e cálcio, que contribuem com a recuperação muscular e saúde óssea.

Aparecendo com constância na mesa mediterrânea (cerca de três a quatro vezes por semana), os pescados estão presentes na dieta dessa população. Os peixes brasileiros podem entrar na dieta, mas alguns nutricionistas indicam a sardinha de forma específica. Ela é rica em ômega-3, ácido graxo poli-insaturado, que protege o coração. A recomendação é sempre a versão fresca do que a enlatada.

Alimentos bastante consumidos no Brasil, como feijão e lentilha, possuem valores nutricionais semelhantes. 100 g de lentilha é rica em proteína total, fósforo, sódio, ferro e ácido fólico.

Já o feijão carioca, na mesma quantidade, ganha em cálcio, magnésio, potássio e nos chamados compostos bioativos, substâncias químicas antioxidantes que atuam de forma positiva no trato gastrointestinal.

Classificação Indicativa: Livre


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