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Saúde

SUS começa a oferecer nove medicamentos contra o câncer; mais de 116 mil pacientes devem ser beneficiados

Iniciativa do governo federal beneficia mais de 116 mil pacientes com novos medicamentos de alta tecnologia para câncer.  |  SUS Lança Novos Medicamentos para Tratamento de Câncer - Reprodução/Imagem ilustrativa

Publicado em 21/10/2026, às 09h14   SUS Lança Novos Medicamentos para Tratamento de Câncer - Reprodução/Imagem ilustrativa   Samuel de Jesus

O Ministério da Saúde informou, nesta terça-feira (20), que iniciou a oferta de nove novos medicamentos de alta tecnologia para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). Os remédios contemplam 13 indicações de tratamento e devem beneficiar mais de 116 mil pacientes. A iniciativa representa um avanço na oferta gratuita do tratamento oncológico no país, segundo o governo federal.

SUS passa a ofertar novos medicamentos para o tratamento de câncer 📺 Confira ao vivo: https://t.co/YkVTGnYRvY #JornalDaManhã https://t.co/1CdPai5pYK

— Jovem Pan News (@JovemPanNews) October 21, 2026

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O investimento anual previsto apenas para a aquisição desses nove medicamentos é de R$ 155,4 milhões, de acordo com a pasta. A distribuição começou em centros de tratamento de todas as regiões do país, com previsão de expansão para as demais unidades até o fim de 2026.

Quais são os medicamentos oferecidos pelo SUS?

Os medicamentos são indicados para diferentes tipos de câncer, incluindo tumores de estômago, próstata, mama, pulmão, rim e tireoide, além de alguns tipos de leucemia, linfomas e tumores neuroendócrinos.

Governo prevê ampliar oferta até o fim do ano

A expectativa do governo é disponibilizar 23 novos medicamentos oncológicos até o fim de 2026, ampliando em 35%  remédios contra o cancer na rede pública de sáude. O impacto financeiro estimado para viabilizar essa ampliação é de aproximadamente R$ 4 bilhões por ano.

 Outras medidas para diagnóstico e tratamento

O Ministério da Saúde ainda anunciou a distribuição de 400 mil testes imunoquímicos fecais para o rastreamento do câncer colorretal em pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos. Os resultados vão identificar quem precisa realizar colonoscopia, com o objetivo de uma confirmação diagnóstica com mais precisão.

Também estão previstas ações de rastreamento do câncer do colo do útero por meio do teste DNA-HPV e a ampliação do custeio de cirurgias oncológicas videotorácicas usadas no tratamento de câncer de pulmão.

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