Nos últimos anos a quantidade de pessoas que trocaram os filtros de água comuns pelos garrafões de 20 litros cresceu vertiginosamente. Ao optar por este tipo de recipiente os consumidores acreditavam estar reduzindo a possibilidade de beberem água contaminada. Contudo, uma pesquisa realizada pela Faculdade de Farmácia da Universidade Federal da Bahia, divulgada em A Tarde deste domingo (13), constatou que 50% apresentavam contaminação na empresa.
Outra pesquisa realizada nas fábricas chegou a outro resultado. Das 30 amostras analisadas em uma das sete indústrias do estado apenas uma estavas contaminada. A conclusão, quando avaliados as duas pesquisas, é de que as condições de transporte e armazenamento são as principais responsáveis pela contaminação.
De acordo com a reportagem do impresso local, os consumidores devem ficar atentos a uma série de condições antes de comprar os garrafões. O alvará sanitário do ponto de venda; A validade do garrafão; Nos postos de combustível, o garrafão deve ficar dentro das lojas de conveniência; Os garrafões não devem estar expostos nem ao sol nem a chuva; A limpeza do local também deve ser rigorosamente observada; As embalagens devem estar armazenadas a uma distância mínima de 10 metros de produtos químicos, substâncias que liberem gases, material de higiene e limpeza.
Estes cuidados devem ser adotados tanto no momento da compra quanto no armazenamento dentro de casa ou escritório. A maioria deles se deve ao fato de a embalagem dos garrafões ser porosa, característica que permite que o líquido absorva resíduos de outras substâncias.
As informações são de A Tarde
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