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Prioridade à saúde passa pelo reconhecimento dos agentes, diz Bebeto Galvão

Para Sintepav não há como garantir uma melhor assistência sem uma valorização dos profissionais  |  

Publicado em 11/06/2014, às 22h21      Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)

Lideranças de diversos movimentos de classe encamparam uma campanha em favor dos agentes comunitários de saúde e combate à endemia, que aguardam pela criação do Piso Salarial Nacional da categoria.

De acordo com o Projeto de Lei 270/2006, que já foi aprovado pelo Congresso, o piso de remuneração para os agentes fica estabelecido em R$ 1.014,00. Mas para isso virar realidade é necessário que a presidente Dilma Rousseff (PT) sancione o projeto até o dia 19 de junho. Quem também abraçou esta bandeira foi o presidente licenciado do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial do Estado da Bahia (Sintepav), Bebeto Galvão.

Em sua avaliação, Galvão diz que o Brasil só vai priorizar a saúde quando os agentes comunitários tiverem seu reconhecimento profissional pleno.  “E o que a categoria reivindica não é muito, é menos de dois salários mínimos”, destacou Bebeto, que também é secretário nacional de Formação licenciado da Força Sindical.

Para o presidente licenciado do Sintepav, não há como garantir uma melhoria na assistência a saúde sem uma valorização dos profissionais. “Os agentes são trabalhadores fundamentais nas políticas públicas de saúde. São eles que fazem a atenção básica e garantem medidas preventivas a doenças como a dengue”, argumentou a liderança.

Bebeto Galvão aproveitou o tema para conclamar outras entidades de trabalhadores a participar da cruzada pela sanção do PL 270, que também garante a jornada de 40 horas e reajustes anuais, com base em decretos presidenciais.

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