A GfK, a concorrente do Ibope que chega ao Brasil em 2015, já começou a instalar os aparelhos de medição de audiência na casa de telespectadores. De acordo com informações do colunista Lauro Jardim, cerca de 24% das 6.600 residências já foram contempladas.
A propósito, nos corredores da GfK surge o questionamento sobre a concorrente: como pode a WPP comprar parte do Ibope se é dona de diversas agências publicitárias no Brasil? Quem mede a audiência vai distribuir dinheiro justamente balizado nestes números?
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