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Publicado em 10/01/2016, às 17h38 Gilberto Jr. Juliana Nobre (Twitter: @julianafrnobre)
Alves ainda afirma que o setor vem amargando prejuízos desde 2014, quando o Centro de Convenções de Salvador deixou de funcionar. Segundo ele, o Pestana abrigava hóspedes desses eventos e com o fim da operação, a manutenção do hotel teria ficado insustentável. “Isso enfraquece, inclusive, nos outros eventos que vamos buscar. A oferta fica fragilizada”, completa.
Segundo o presidente, a única forma de remediar a situação é captar eventos de menor porte para fazer a economia girar na cidade. “Assim, mesmo com o fechamento do Pestana, hotéis menores conseguem captar essa demanda”, disse.
A perspectiva para o setor é que o turismo na cidade retome com o funcionamento do Centro de Convenções, que deverá abrir parte do local em junho deste ano. “O problema é que o empresários não querem e não aguentam esperar passar a crise. Então fecham o hotel”, afirma.
Ainda de acordo com Alves, o setor já passou por diversos momentos de crise e este não seria o pior deles. “Em cada fase é uma coisa diferente. Já tivemos situações muito graves, mas realmente está difícil”, define.
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