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Avianca desiste de associar-se a outra companhia aérea; saiba o motivo

Avianca anunciou recentemente que desistiu de se associar a outra companhia aérea  |  Divulgação

Publicado em 15/05/2023, às 11h08   Divulgação   Cadastrado por Rafael Albuquerque

Companhia aérea colombiana, a Avianca anunciou neste sábado que desistiu de integrar sua malha à outra aérea colombiana, a Viva. 


Em nota, a empresa justificou que embora tenha repetidamente procurado salvaguardar a existência da Viva e, assim, proteger os consumidores, o emprego e a conectividade regional, infelizmente as condições para a transação definidas pela Aerocivil (Resolução 873) colombiana não só não permitiriam que a Viva fosse uma companhia aérea financeira e operacionalmente viável, como poderiam até colocar em risco a estabilidade da Avianca e do setor.

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Ainda de acordo com comunicado enviado ao Diário do Turismo, a Avianca continuará sendo uma aliada dos colombianos e tomará medidas para ajudar na estabilidade do setor. Entre outras ações, buscará adicionar aeronaves para fortalecer a conectividade regional, oferecer opções de trabalho aos funcionários da Viva e estender até 31 de maio a proteção aos usuários afetados pela Viva e Ultra.

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Seguem abaixo algumas das justificativas da Viva para não integrar a Viva a sua malha:


- Pouca flexibilidade regulatória para oferecer certeza sobre as condições de reativação das operações da Viva.


- Falta de adequação das condições à realidade atual da Viva e ao tempo decorrido entre o início do processo, em 8 de agosto de 2022, e a data de uma decisão final. As condições exigem que a Avianca assuma obrigações, rotas e compromissos com níveis de serviço e preços que não correspondam às capacidades restantes da Viva após dois meses de suspensão das operações.


- Apesar da disposição da Avianca de devolver mais de 75% dos slots da Viva em El Dorado – e mais de 72% dos slots da Viva em slots “premium” – a autoridade exigiu a devolução de um número tão grande de slots que não permitiria que a Viva baseasse um único avião no principal aeroporto do país de forma eficiente. Isso tornaria a Viva economicamente inviável e contradiz explicitamente outras condicionalidades que exigem que a Viva continue fornecendo conectividade nas rotas históricas, em que era a única operadora, e para proteger os passageiros afetados pela interrupção das operações da Viva, que segundo números oficiais ultrapassam 500.000.

Classificação Indicativa: Livre


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