Artigo
Publicado em 10/06/2025, às 14h20 - Atualizado às 18h25 Gabriela Kruschewsky*
A cicatrização de um ferimento crônico, como pé diabético, úlcera venosa ou outros tipos de danos na pele difíceis de recuperar, é um processo que envolve mais do que apenas o curativo de uma lesão. Nos casos de ferimentos que demoram a cicatrizar, o impacto pode não se limitar apenas à condição física do paciente, mas também à sua saúde emocional. É ela que pode ajudar muito na cura ou ao contrário, na dificuldade da remissão completa de uma ferida.
Um emocional bem trabalhado, aliado aos pilares essenciais como uma boa alimentação, hidratação, sono restaurador, intestino bem tratado são coadjuvantes de suma importância no tratamento.
A saúde emocional do paciente tem um papel tão crucial no processo de cicatrização de lesões, que ela pode inclusive dificultar a recuperação da pessoa enferma.
Um exemplo comum é quando se desenvolve uma dependência emocional da atenção recebida durante o tratamento, especialmente se essa atenção era ausente. Nesses casos, a doença pode se tornar uma fonte de vínculo emocional, levando o paciente a prolongar, de forma inconsciente, o processo de cura para manter essa conexão. Esse fenômeno destaca a importância de abordar a saúde do paciente de forma integral, considerando tanto os aspectos físicos quanto os emocionais.
Em conclusão, mesmo com técnicas e procedimentos inovadores disponíveis na medicina para cicatrização, o tratamento multidisciplinar do paciente continua sendo peça chave para o alcance da cura.
Se você ou alguém que você conhece está enfrentando desafios com lesões aparentemente difíceis de cicatrizar, procure um profissional de saúde especializado para obter orientação e apoio e comece a jornada para uma recuperação completa e duradoura.
Dra. Gabriela Kruschewsky - Médica Cirurgiã com especialização em Dermatologia e Tratamento de feridas.
CRM 15343
Classificação Indicativa: Livre
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