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Homens sofrem mais com dor — mas procuram menos ajuda, alerta especialista

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A dor não é sinal de fraqueza. É um sinal de alerta do corpo. Ignorar esse alerta é negligenciar a própria saúde.  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 19/11/2025, às 09h58   Walter Viterbo



A dor não é sinal de fraqueza. É um sinal de alerta do corpo. Ignorar esse alerta é negligenciar a própria saúde.

De acordo com o médico especialista em dor, Prof. Dr. Walter Viterbo, há um padrão preocupante entre pacientes do sexo masculino: os homens sentem dor, mas demoram mais a procurar tratamento, o que agrava os quadros clínicos e aumenta o risco de incapacidades.

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“O homem associa dor à fraqueza. O silêncio vira doença.” — afirma o Dr. Viterbo.

Entre as dores mais comuns no público masculino estão dor lombar, ciatalgia, dores articulares, lesões de ombro, dor pélvica crônica, cefaleia tensional e dores neuropáticas pós-cirúrgicas, muitas delas associadas ao estresse, ao excesso de treino ou ao trabalho físico intenso.

O especialista reforça que o tratamento da dor deve ser conduzido com base científica e abordagem multimodal, que inclui diagnóstico preciso, prescrições de medicação adequadas aos tipos de dor,  procedimentos com bloqueios anestésicos, além das terapias complementares, como acupuntura, fisioterapia,   atividade física, reeducação alimentar, psicoterapia, e controle do estresse e saúde mental.

“Tratar a precocemente evita a necessidade de procedimentos mais complexos e preserva a qualidade de vida. A força real está em cuidar de si mesmo”, conclui o médico

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