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Bahia Farm Show: “A herança do agro é para as crianças”, diz secretário de Luís Eduardo Magalhães

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Secretário destaca a importância das crianças conhecerem o agro baiano  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Vídeo

Publicado em 14/06/2024, às 21h10   Lucas Pacheco e Thiago Teixeira



Integrar crianças da rede municipal de ensino para que elas conheçam o agronegócio. Essa é uma das missões que o secretário de Agricultura de Luís Eduardo Magalhães, Kenni Henke, destacou ao BNews, durante mais um dia de Bahia Farm Show, evento considerado o maior do agronegócio do Norte e Nordeste e que ocorre na maior cidade do Oeste baiano.

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Nesta sexta-feira (14), penúltimo dia de evento, o secretário ficou responsável por conduzir os alunos com explicações nos estandes de agricultura familiar. Kenni destacou que é fundamental que as crianças entendam o porquê de seus pais terem ido para o Oeste baiano e que o futuro da região pertence a elas.

“Somos a quinta economia da Bahia. Temos a capacidade de somar, agregar pessoas e prepará-las para o mercado. A gente mostra pra elas [crianças] que o leite não vem na caixinha, o alface não dá na prateleira do mercado. Tem alguém que produz. As agroindústrias produzem esse queijo, leite, biscoito que eles comem na merenda escolar. Então aqui eles conhecem um pouco do que é o início de tudo e a gente quer preparar eles. A herança do agro é deles. Eles vão assumir”, destacou o secretário de Agricultura do município.

Kenni Henke também falou sobre os desafios da agricultura em Luís Eduardo Magalhães e sobre incentivos para aumentar o leque de produtos produzidos na região. Ele destacou a dificuldade com as novas pragas que têm surgido na região, mas que a biotecnologia tem ajudado a mitigar esses casos.

“Hoje é um dos grandes carros chefes da agricultura, é a biotecnologia. É aquela sementinha que a gente planta. Muita doença se adaptando, se modificando. A gente vai ter esse problema para o resto da vida e vai ser uma luta constante entre o que o agrônomo faz no campo, de dar assistência, o agricultor confiar, as multinacionais mandarem produtos para nós que funcionem e a gente ter uma sanidade mental de entender que tudo que a gente está recebendo é para o nosso melhor. Mas o desafio ainda são os gargalos de estradas, de navios, mandar os nossos produtos, a energia elétrica para a gente poder ter o produto finalizado aqui e não mandar produtos in natura para fora”, pontuou Kenni Henke.

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