BNews Agro
Publicado em 03/02/2025, às 12h06 - Atualizado às 12h23 Publicado por Vagner Ferreira
O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, deve se reunir na próxima terça-feira (4) com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e agentes do Instituto Pensar Agropecuária (IPA) para tratar sobre a participação do agro na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que vai acontecer em Belém, neste ano, conforme apontado pelo portal Globo Rural.
O encontro deve acontecer com a participação do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, além de demais parlamentares, como a ex-ministra e senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da bancada ruralista, que já confirmaram presença.
“Vai ser importante essa interação para chegar a um consenso de como a agricultura brasileira quer levar esse tema”, destacou o assessor especial do Ministério da Agricultura, Carlos Augustin, que ressaltou também uma posição mais firme do Brasil acerca dos recursos. “De uma vez por todas, o mundo tem que chegar a um acordo sobre quem paga, quem recebe e qual é o valor senão iremos todos juntos para a catástrofe”, continuou, conforme reportagem.
Até novembro, estão previstos sete eventos para discutir a participação do setor. “Queremos ter uma seleção de projetos com potencial de serem financiados visando essa agricultura resiliente e mudanças climáticas, pensando nessa jornada pelo clima”, disse a presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massrruhá, segundo o Globo Rural.
“Vamos levantar as tecnologias para adaptação e mitigação dos impactos das mudanças climáticas e, em novembro, vamos ter algo concreto para discutir na COP30, levar o que já temos, com a agricultura sustentável nas três dimensões, mas mostrar os desafios que temos e mostrar ao mundo essa oportunidade de financiamento”, continuou ela, que adiantou a criação da Casa Agro para que os visitantes possam conhecer os sistemas florestais da agricultura brasileira.
Para Augustin, o agronegócio do país é um dos menores poluidores, mas que pode ter avanços. “Podemos contribuir positivamente mais. Por isso, vamos ter esse amadurecimento interno das ideais”, disse, segundo reportagem. “Temos uma área florestal nativa imensa, não tem como um país de primeiro mundo exigir que nós abrimos mão de uma potencial riqueza, que pode virar lavoura de cacau, soja ou milho, com fins de preservação enquanto outros países saem do Acordo de Paris”, concluiu.
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