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Publicado em 09/01/2025, às 10h02 Publicado por Vagner Ferreira
As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 164,37 bilhões em 2024, uma redução de 1,3% (US$ 2,18 bilhões a menos) em comparação com o ano anterior, conforme dados do Ministério da Agricultura. Apesar dessa queda, o valor alcançado é o segundo maior da série histórica e representa 48,8% da balança comercial do país, de acordo com a CNN Brasil.
A Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura atribui a redução ao declínio de 4,6% no valor dos produtos exportados, sendo parcialmente compensado por um aumento de 3,4% no volume exportado.
No geral, a diminuição nas exportações de soja e cereais foi compensada por aumentos nos embarques de carnes (+11,4%), complexo sucroalcooleiro (+13,3%), produtos florestais (+21,2%) e café (+52,6%). Outros setores, como fibras têxteis, sucos, cacau e produtos hortícolas, também tiveram crescimento.
“O setor manteve seu protagonismo, respondendo por metade das exportações totais do Brasil, refletindo o esforço conjunto do Governo e do setor privado para uma maior inserção internacional, com diversificação de produtos e destinos”, afirmou o secretário Luís Rua à CNN.
Os produtos mais exportados foram açúcar, café verde, algodão, café solúvel, carne suína in natura, bois vivos, feijões secos e sebo bovino. O farelo de soja (US$ 53,9 bilhões) e a carne bovina in natura e miúdos (US$ 26,2 bilhões) bateram recordes de exportação. No entanto, o total exportado teve uma queda de 2,9 pontos porcentuais em relação a 2024.
Entre os produtos menos tradicionais, destacaram-se limões e limas, chocolate, alimentos para cães e gatos, gengibre, pasta de cacau e cebolas.
A China foi o principal destino das exportações brasileiras, com US$ 49,7 bilhões, registrando uma retração de 17,5% em relação a 2023 (US$ 10,54 bilhões a menos). A soja foi o principal produto exportado, com US$ 31,5 bilhões (queda de US$ 7,4 bilhões), representando 63% das exportações do agronegócio.
Os Estados Unidos ocuparam o segundo lugar, com US$ 12,1 bilhões (+23,1%), destacando-se nas exportações de café verde, celulose, carne bovina in natura e suco de laranja. Os Países Baixos ficaram em terceiro, com US$ 5,5 bilhões (+5,4%), com destaque para as vendas de celulose e suco de laranja.
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