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"Missão à China" faz algodão brasileiro alcançar maior participação no mercado exterior; confira

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Presidente da Abapa celebrou os resultados da missão após 10 dias no continente asiático  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Luiz Guilherme

por Luiz Guilherme

luiz.guilherme@bnews.com.br

Publicado em 07/06/2024, às 17h26



O presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Luiz Carlos Bergamaschi, celebrou os resultados postivos da Missão à China, que o levou a cerca de 10 dias no continente asiático, percorrendo por cidades como Xian, Xangai, Ningbo e Pequim.

Com o intuito de expandir a participação do algodão brasileiro no mercado estrangeiro, principalmente o asiático, Bergamaschi destacou a importância de estar presente no mercado chinês, um dos mais dinâmicos do mundo, além de reforçar a relevância dessa participação para o Brasil.

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A Missão à China também envolveu algumas visitas a indústrias têxteis, jantar com empresários chineses e representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e a participação no Seminário Econômico Brasil-China, organizado pela Apex-Brasil.

Além disso, a comitiva brasileira participou de outros grandes eventos de impacto, como o "2024 China Cotton Industry Development Summit", congresso anual da CCA (China Cotton Association), que é a principal entidade do setor algodoeiro na China.

Trata-se de um trabalho que gradativamente vem se fortalecendo junto à China, e que começa a trazer resultados para o Brasil. Desde que passamos a exportar para aquele país atingimos 1,211 milhão de toneladas em 2023/2024, um aumento significativo de market share, ou seja, do percentual de exportação da fibra brasileira", reforça o presidente da ABAPA  Luiz Carlos Bergamaschi.

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