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PIB do Agronegócio baiano recua no segundo trimestre de 2026, mas segue com números recordes

Divulgação/Seagri
Apesar da retração nominal, o setor agropecuário teve crescimento real de 4,7% no segundo trimestre de 2026 em comparação a 2025  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Seagri
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 19/09/2026, às 13h46



O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio baiano sofreu uma queda de 8,2% em valores nominais no segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo trimestre de 2025, recuando de R$ 41,9 bilhões para R$ 40,3 bilhões. Os dados foram calculados e divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). 

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A retração no valor nominal de R$ 1,6 bilhão foi causada, em sua mior parte, pela redução nos preços dos produtos agropecuários (commodities agrícolas) e dos produtos alimentares. As baixas foram de 13% e 6%, respectivamente. 

Embora a queda no valor nominal do PIB, a atividade econômica do setor cresceu 4,7% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior, significando que houve aumento da produção. Porém, a queda nos preços dos produtos agropecuários e alimentares fez com que o valor total do PIB fosse menor.

O crescimento real da atividade econômica foi impulsionado principalmente pelo setor agropecuário (Agregado II), cuja produção aumentou 6%.

Economia da Bahia 

O PIB do agronegócio baiano de R$ 40,3 bilhões no segundo trimestre de 2026 representa 26,1% de toda a economia baiana no mesmo período. No  mesmo período de 2025 ele chegou a 29,6% do PIB total baiano.

Como a estimativa é calculada

A estimativa do PIB do agronegócio baiano é calculada a partir da análise e cálculo de quatro grandes agregados:

  • agregado I (insumos agropecuários);
  • agregado II (setor agropecuário, também conhecido como “da porteira para dentro”);
  • agregado III (indústrias de base agrícola – consomem produtos do agregado II); e 
  • agregado IV (distribuição e comercialização dos produtos do agronegócio – agregados II e III.

Classificação Indicativa: Livre

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