BNews Agro
por Lucas Pacheco
Publicado em 21/02/2026, às 11h13 - Atualizado às 11h14
Os preços do cacau na Bolsa de Valores de Londres caíram para o seu nível mais baixo em mais de dois anos e meio na última quinta-feira (19). As preocupações do mercado com os estoques não vendidos de cacau na Costa do Marfim e Gana, grandes produtores mundiais, puxaram os valores para baixo. No mesmo dia, os futuros do café, queridinho dos brasileiros, também recuaram.
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O cacau fechou em queda de 162 libras, ou 7%, para 2.146 por tonelada, após atingir o menor nível em mais de dois anos e meio, de 2.133 libras.
A fraca demanda global acarretou o acúmulo de estoques na África Ocidental, prejudicando as vendas de produtores, principalmente da Costa do Marfim, derrubando acentuadamente os preços.
Já em Nova York, o cacau perdeu 7,7%, caindo para para US$3.058 a tonelada, após mínima de mais de dois anos e meio, de US$3.052.
Café
O bom e velho queridinho do brasileiro, o café também experimentou quedas na quinta-feira (19). O tipo robusta enfrentou recuo de 1,7% (US$63), alcançando US$3.620 a tonelada. Essa queda aconteceu após a cultura atingir uma mínima de seis meses de US$3.544 por tonelada no início da quinta-feira (19).
Já o café arábica se manteve praticamente inalterado, a US$2,854 por libra-peso. Ele chegou a atingir o preço mais baixo desde 2024, de US$2,7565 por libra-peso.
Embora os recuos, que levaram os agricultores brasileiros a quase paralisarem as vendas, comerciantes brasileiros estão animados. As chuvas abundantes nas áreas de cultivo favoreceram o crescimento dos frutos e as perspectivas para a safra deste ano são otimistas.
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