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Publicado em 12/02/2018, às 11h27 Chayenne Guerreiro
"Foi -se o tempo que Carnaval era sinônimo de lucro", com essa frase o comerciante Paulo Silva resume a expectativa de vendas sua e de seus colegas.
Vendendo latinha de cerveja, com uma promoção de 2 por R $ 4.99 ele conta que no ano passado as vendas já não foram tão boas assim e que nesse ano acredita que o fato deve se repetir.
"Ano passado eu paguei o que comprei e livrei R$ 500. Mas já teve ano que levei pra casa mais de R$ 4 mil. É difícil. Cada ano aumenta os dias de Carnaval e as pessoas não tem dinheiro pra gastar tantos dias assim. Fora que os turistas dão preferência aos camarotes de luxo as lavagens de bairro", reclama. Para ele, as vendas foram fracas até o momento. "Ano passado esse horário já tinha pago a guia que comprei. Esse ano ainda não ", contou, desanimado.
O vendedor de acessórios, Gilberto Souza aposta nas brincadeiras para alavancar as vendas. "Faço piada com as pessoas. Vendo bolsinha de colocar dinheiro por dentro da roupa e convenço dizendo que tá mais barata que um celular novo. As pessoas acabam se convencendo, porque é verdade", fala, rindo.
Gilberto diz que esse ano já presenciou inúmeros furtos no circuito e que ao contrário dos outros comerciantes, tem lucrado.
"É aquela coisa, né? Fantasia tá na moda. Copo colorido tá na moda. Mas na moda do que isso só perder IPhone mesmo. Tá demais, moça ! Teve um turista que comprou uma bolsinha pra cada dia de Carnaval na minha mão. Infelizmente o prejuízo de um é o lucro de outro né ?", brinca.
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