O faturamento dos blocos e camarotes no Carnaval de Salvador serão discutidos pelos deputados da Assembleia Legislativa da Bahia, que devem ouvir todos os setores envolvidos sem torno dos direitos de arena e de imagem.
O destino de centenas de milhões que são arrecadados durante a folia ganhará foro maior na sessão especial que acontece no dia 5 de dezembro, às 16 horas, no Plenarinho da Assembléia.
De acordo com informações do Bahia Negócios, as 135 entidades contestam o atual modelo de Carnaval, considerado por elas como excludentes, capaz de determinar o fim dos tradicionais e históricos afoxés, grupos de índio, de samba, travestidos e blocos independentes.
A públicação afirma ainda que elas julgam que o Carnaval soteropolitano vem sofrendo, ano a ano, uma crescente elitização, com o aumento da violência e perda da suas principais características e referências, a exemplo da espontaneidade, da liberdade de locomoção e da participação popular.
Matéria postada às 22h22, do dia 28 de novembro