Além dos instrumentos de percussão, as coreografias e as fantasias demonstravam o orgulho de ser negro dos foliões.
Para o coordenador do bloco, Renato Ferreira, o trigésimo aniversário é um marco e tem que ser bem comemorado. “São 30 anos de resistência.Queremos ampliar esta onda, conscientizar mais pessoas e fazer esse bloco crescer ainda mais”, afirmou.
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