Brasil
Publicado em 09/04/2021, às 10h42 Redação BNews
Na prisão ocorrida às 6h de quinta-feira (8), no âmbito das investigações da morte do menino Henry Borel, de quatro anos, destacou-se a frieza de sua mãe, a professora Monique Medeiros, que foi levada pela polícia junto a seu namorado, o vereador Dr. Jairinho. Eles foram conduzidos por agentes da 16ª Delegacia de Polícia, no Rio de Janeiro (RJ), após determinação da juíza Elizabeth Louro Machado, do 2º Tribunal do Júri do Rio.
Durante o momento em que deixava a casa onde foi encontrada, Monique caminhou calmamente até a viatura. Ao chegar na DP, mesmo cercada por policiais, jornalistas e populares que gritavam ofensas a ela, a professora manteve a cabeça erguida e transpareceu tranquilidade.
Antes disso, um dia após o enterro do filho, em março, Monique também demonstrou frieza ao comparecer a um salão de beleza em um shopping no bairro carioca da Barra da Tijuca. De acordo com a polícia, a mãe de Henry foi atendida por três profissionais, que cuidaram de seus pés, mãos e cabelo, e desembolsou R$ 240 pelo serviço.
As investigações da polícia apontam que Monique tinha ciência de agressões praticadas pelo seu namorado a Henry e há suspeita de que a professora teria ajudado Dr. Jairinho a atrapalhar as apurações da Polícia Civil, além de coagir e ameaçar testemunhas do caso.
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