Os seis vereadores são investigados pelo Ministério Público da Bahia (MP) por suposto recebimento de propina para viabilizar aprovação de projeto de lei que regularizaria a construção de empreendimento, favorecendo empresa do setor urbanístico.
Mas os vereadores questionam decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou a soltura pleiteada. Eles sustentam, em defesa, a ilegalidade da prisão diante da ausência de fato concreto que justificasse a medida, a validade da investigação conduzida pelo Ministério Público da Bahia, além de pedirem instauração de inquérito policial para apurar processo de investigação. Com informações do Radar64.
Foto: Liberdade News.
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