Cidades

Bahia vai receber quatro novas maternidades; investimento total será de 4,76 bilhões

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Maternidades serão localizadas, prioritariamente, em locais com maiores índices de mortalidade materna e com necessidade de leitos  |   Bnews - Divulgação Pixabay

Publicado em 11/07/2024, às 18h13   Victória Valentina



O Ministério da Saúde anunciou, na quarta-feira (10), que a Bahia vai receber quatro novas maternidades nos municípios de Lauro de Freitas, Serrinha, Amargosa e Valença. A previsão é que seja feita a construção de 36 novas unidades em 21 estados, com um investimento de R$ 4,76 bilhões do Novo Plano de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Os empreendimentos devem impactar mais de 26 milhões de mulheres e proporcionar até 583 mil atendimentos por ano.

Segundo a arquiteta responsável pelos projetos, Mirela Pessatti, serão construídas unidades de alta complexidade que prestarão assistência à gestante, puérpera e ao recém-nascido. As unidades serão divididas em porte 1, com 8.200 m² e capacidade para até 100 leitos; e porte 2, com 10.150 m² e capacidade para até 150 leitos.

As maternidades ofertadas serão de alto risco e contemplarão os seguintes setores assistenciais: centro de parto normal intra-hospitalar; ala de suítes de pré-parto, parto e pós-parto; centro cirúrgico e obstétrico; alojamentos conjuntos; quartos de internação de alto risco; unidade de terapia intensiva neonatal; unidade de cuidados intermediários; unidade de canguru; unidades de terapia intensiva materna; suítes de expectação para mulheres em situações emergenciais; áreas privativas para mulheres vítimas de violência; unidade de urgência e emergência; diagnóstico por imagem com radiologia; tomografia; ultrassonografia; cardiotocografia; laboratório de análises clínicas; áreas de apoio técnico; banco de leite; apoio logístico e administrativo: além de um ambulatório e casa da gestante bebê e puérpera. 

“O objetivo é priorizar o atendimento humanizado e a privacidade da mulher, desde as gestantes de risco habitual até as de alto risco e, principalmente, as que necessitam de um cuidado maior, como as vítimas de violência”, disse Mirela.

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