Cidades

Cidades baianas são escolhidas para integrar plano nacional para redução de riscos de desastres; saiba quais

Rovena Rosa / Agência Brasil
Candeias e Simões Filho são escolhidos para integrar projeto que visa reduzir riscos de desastres geo-hidrológicos no Brasil  |   Bnews - Divulgação Rovena Rosa / Agência Brasil
Thiago Teixeira

por Thiago Teixeira

thiago.teixeira@bnews.com.br

Publicado em 25/06/2025, às 18h10 - Atualizado às 18h25



Os municípios de Candeias e Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram selecionados pelo Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, para integrar o Projeto de Desenvolvimento Urbano Integrado para Redução de Riscos de Desastres Geo-Hidrológicos.

Em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ao todo, 12 municípios brasileiros de cinco estados diferentes vão elaborar um manual de intervenções urbanas voltadas à precaução contra desastres, como cheias, enxurradas, inundações e deslizamentos.

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A ideia, de acordo com o governo federal, é fortalecer estratégias de planejamento urbano integrado, desenvolvendo novas metodologias, tecnologias e práticas inovadoras para diminuir os riscos de desastres e ampliar a estruturação de cidades Brasil afora.

No entanto, o critério para a escolha dos 12 municípios não foi divulgado pelo Ministério das Cidades. O lançamento da primeira oficina ocorreu nesta quarta-feira (25), no auditório da Fiocruz, em Brasília, contou com palestras, apresentações e a celebração dos termos de compromisso com representantes das prefeituras locais.

Ao longo de 2025, essas cidades irão participar de oficinas e debates técnicos com trocas de experiência com entidades, instituições de ensino e a sociedade civil. 

Confira a lista completa dos municípios que farão parte da elaboração do plano:

  • Bahia: Candeias e Simões Filho
  • Minas Gerais: Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima
  • Pernambuco: Olinda
  • Rio de Janeiro: Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Petrópolis e São Sebastião do Caí
  • Teresina: Piauí

A próxima fase, a partir de 2026, será a aplicação da metodologia em seis dos territórios pilotos, com suporte técnico especializado e adaptado aos contextos e desafios locais, além do apoio à elaboração de estratégias de redução de risco de desastres para ampliar a resiliência dos municípios participantes.

A entrega final será uma metodologia criada em parceria com os municípios e que eles vão poder aplicar como teste, para que então a gente possa publicar um manual replicável aos demais municípios do país que tenham as mesmas características geográficas", explicou a coordenadora do projeto, Cristiana Scorza, diretora de estruturação de desenvolvimento urbano e metropolitano do Ministério das Cidades.

Classificação Indicativa: Livre

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