Cidades

Defesa de namorado de Isabelle Caracristi explica por que ele não avisou mãe sobre morte da jovem

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A defesa de João Munhoz Neto esclareceu por que ele não avisou a mãe de Isabelle sobre sua morte, alegando que estava abalado  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais
Analu Teixeira

por Analu Teixeira

Publicado em 22/09/2026, às 18h52



A defesa de João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi, explicou nesta terça-feira (22) por que ele não comunicou pessoalmente à mãe da universitária sobre a morte da jovem. Segundo a advogada Lígia Peixe, João estava “muito abalado” após saber do ocorrido e o irmão dele foi responsável por entrar em contato com Isorlanda Caracristi.

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“Ele não foi quem mandou a mensagem. Quem mandou foi o irmão dele”, afirmou Lígia durante entrevista à imprensa após a prisão de João. Na sequência, justificou: “Ele estava muito abalado”.

Segundo a advogada, João havia deixado Isabelle no apartamento antes de sair para participar de uma missa. Durante a celebração, o irmão dele teria recebido, por meio de um grupo do condomínio, a informação de que uma pessoa havia caído do prédio e telefonado para João.

Ainda conforme a versão apresentada pela defesa, policiais teriam repassado ao irmão de João o telefone de Isorlanda para que ele comunicasse o ocorrido. A advogada afirmou que o familiar enviou a mensagem e que, posteriormente, a mãe de Isabelle teria bloqueado o número.

João foi preso preventivamente nesta terça-feira (22), no âmbito da investigação sobre a morte da estudante, ocorrida em 13 de setembro, em Fortaleza. A defesa contesta a prisão e afirma que ele havia prestado depoimento, entregue o celular às autoridades e permanecido à disposição da investigação.

Lígia Peixe também afirmou que João ficou na casa de familiares após a morte de Isabelle e chegou a receber atendimento médico. A defesa sustenta que ele não estava no apartamento no momento da queda e havia saído para a missa.

A investigação segue para esclarecer as circunstâncias da morte da universitária. O caso tramita sob segredo de Justiça.

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