Cidades
Publicado em 17/09/2024, às 20h06 Victória Valentina
A ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, marcou presença no evento realizado na sede da Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), na última segunda-feira (16). Durante o encontro, ela garantiu, ainda em setembro, a liberação de R$ 11,3 milhões para iniciar as obras do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Medicamentos (CPDIM), que será instalado no Parque Tecnológico da Bahia.
“Pude ver que a Bahiafarma tem uma vocação natural, que precisa ser aproveitada para desenvolver novos fármacos, novos princípios ativos vindos da biodiversidade existente na região e do trabalho articulado com as universidades”, avaliou a ministra.
A ministra Luciana Santos esteve acompanhada da secretária da Saúde do Estado da Bahia, Roberta Santana, da presidente da Bahiafarma, Ceuci Nunes, dos secretários de Ciência, Tecnologia e Inovação, André Joazeiro, de Emprego, Trabalho, Renda e Esportes, Davidson Magalhães, das reitoras da Universidade Estadual da Bahia, Adriana Marmori, da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), Georgina Gonçalves, e dos deputados federais, Jorge Solla e Alice Portugal.
Ainda durante o encontro, Ceuci Nunes apresentou para os participantes os principais projetos em andamento, fruto da cooperação técnica com as universidades parceiras, alinhados à estratégia de fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e buscando a utilização dos recursos existentes na flora da região. “As iniciativas articuladas com as pesquisas realizadas nas universidades possuem enorme potencial para aumentar a produção nacional de medicamentos e insumos, fortalecer a economia e a cadeia produtiva regional e valorizar o trabalho realizado por nossos pesquisadores”, projetou.
Já Roberta Santana, secretária da Saúde, estacou que um dos projetos de maior impacto atualmente é o desenvolvimento de uma formulação pediátrica de hidroxiureia, em parceria com a Faculdade de Farmácia da UFBA, que será fundamental para maior precisão na dosagem diária necessária e uma melhor adesão ao tratamento precoce da doença falciforme. A Bahia é o estado brasileiro com a maior incidência dessa doença, que afeta majoritariamente a população negra.
“A Bahia tem um desafio particular em relação à doença falciforme e poder contar com uma solução local, fruto de pesquisa e inovação, é um grande avanço para o tratamento desses pacientes. Estamos comprometidos em buscar melhorias constantes para a saúde pública do nosso estado”, disse.
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