Cidades
Um dia após o ferry-boat Ivete Sangalo registar um princípio de incêndio durante a travessia Salvador-Ilha de Itaparica, um passageiro usou as redes sociais para expor situações críticas do equipamento gerido pela concessionária Internacional Travessias Salvador (ITS).
Os relatos foram divulgados por Joab Araújo, em sua conta no instagram, onde acumula mais de três mil seguidores. “Está na hora da gente falar do ferry-boat de Salvador porque eu me recuso a achar que é normal. Imagine pagar quase R$ 150 para atravessar de Salvador até Itaparica e receber isso em troca: pistas esburacadas, banheiros sujos e entupidos, filas que parecem não acabar nunca e um atendimento que, por muitas vezes, faz você se sentir implorando favor, quando na verdade você está pagando caro por um serviço essencial”, desabafou.
“Para quem não conhece, existem dois terminais: o de Salvador e o de Bom Despacho. Eu tenho 28 anos e desde criança eu escuto exatamente as mesmas reclamações. Já aconteceu de eu entrar na fila às seis da noite e só conseguir desembarcar às seis da manhã. Doze horas. E isso para fazer uma travessia que dura menos de uma hora”, concluiu.
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