Cidades
Professores da rede privada de ensino da Bahia vão paralisar as atividades na próxima quinta-feira (16), após uma nova rodada de negociação sem acordo entre o Sindicato dos Professores no Estado da Bahia (Sinpro-BA) e o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia (Sinepe). No mesmo dia, a categoria realiza uma assembleia a partir das 8h, no Real Classic Bahia Hotel, com participação presencial e transmissão on-line.
A decisão foi tomada após a reunião realizada nesta quarta-feira (8), quando o sindicato que representa as escolas apresentou uma proposta de reajuste salarial de 4,11%, com aplicação na folha de julho e pagamento em agosto, além do retroativo referente aos meses de maio e junho.
Proposta das escolas não encerra impasse
Na negociação, o Sinepe também ofereceu a manutenção das bolsas de estudo, a ampliação do recesso de meio de ano para 19 dias em 2026 e a criação de grupos de trabalho para discutir o excesso de atividades dos professores.
Mesmo com a proposta apresentada, as entidades não chegaram a um consenso. O Sinpro-BA decidiu manter a mobilização da categoria enquanto a campanha salarial continua em negociação.
Professores cobram reajuste com ganho real
Entre as principais reivindicações dos professores da rede privada da Bahia estão um reajuste salarial com ganho real de 5%, baseado no Índice do Custo de Vida (ICV) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
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