Coronavírus

Infectologista baiano defende uso de cloroquina para tratamento do Covid-19 e defende o isolamento “ampulheta”; entenda

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O médico também afirmou que a nível mundial, apesar da confusão do artigo da revista The Lancet, novos estudos favoráveis a cloroquina estão em andamento  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 30/06/2020, às 09h46   Redação BNews



 Em entrevista ao apresentador Zé Eduardo, na rádio Metrópole, o infectologista baiano Vladimir Neco demonstrou ser defensor do uso da hidroxicloroquina e azitromicina para o tratamento de pacientes acometidos por Covid-19.

De acordo com o médico, mais de 30 pessoas tratados por ele e usuários do medicamento, nenhum retornou ao hospital. “Eu conheço a hidroxicloroquina e azitromicina. Eu já estou reescrevendo isso há três meses e estou tendo sucesso”, disse. 

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O médico também afirmou que a nível mundial, apesar da confusão do artigo da revista The Lancet, novos estudos favoráveis a cloroquina estão em andamento. “Tem algo contra essa medicação que é inexplicável”, afirmou.

“Antes de usar eu exijo eletrocardiograma, pois a depende do tipo de arritmia que possa ter, eu não uso. Mas os pacientes apresentam antes exames de sangue e o eletro, por exemplo”, completou. 

Sobre a questão do isolamento social como formato de segurança para não propagação do vírus, Neco defendeu o isolamento mais comedido, o qual alcunhou de “ampulheta”.

“Eu acho que tudo deve ser feito de maneira mais criteriosa. Eu era a favor de um isolamento ampulheta: acima de 60 anos em casa. Abaixo de 18 anos, em casa, pois a criançada é quem mais pode propagar o vírus. De 18 a 60, se não tem fator de risco, que puder trabalhar, vai trabalhar sim. Se pode abrir farmácia, pode abrir loja de ferramenta e de roupa. Mas é importante ensinar o distanciamento, usar a máscara e o álcool em gel”, explicou. 

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