Coronavírus
Publicado em 16/03/2021, às 19h01 Redação BNews
O Brasil começou o ano na faixa de 700 mortes diárias decorrentes da covid-19 e esse número superou a marca de 1.000 óbitos na segunda semana de janeiro e se manteve estável até o começo de março, quando voltou a subir com força rumo aos 1.800, enquanto os Estados Unidos têm, até esta terça-feira (16), uma média de 1.300 mortes diárias.
O país com mais mortes desde o começo da pandemia de coronavírus continua sendo os Estados Unidos. Na segunda-feira (15), o país já ultrapassou os 500 mil mortes pela Covid-19 e registou nesta terça-feira (16) 535.772 mil óbitos no total, segundo levantamento da universidade Johns Hopkins.
O Brasil tem um total de 279.286 mil mortes, ocupando o segundo lugar na lista de países com mais mortes, ficando atrás somente dos EUA. Em janeiro, os EUA tiveram uma troca de presidente: saiu Donald Trump, que minimizava a pandemia e desestimulou medidas com eficácia comprovada, como o uso de máscaras, para dar lugar a Joe Biden. Desde então, segundo a Folha de S. Paulo, o democrata vem cumprindo as promessas de ouvir especialistas, impor distanciamento social e estimular a adoção das proteções faciais.
Além disso, os EUA aceleraram a campanha de vacinação. Biden colocou como meta tornar mais rápida a aplicação das doses e prometeu vacinar 100 milhões de americanos nos cem primeiros dias de governo. Com uma média de 2 milhões de aplicações por dia, o líder democrata deve atingir a meta antes de completar 60 dias no cargo.
Em janeiro, o Brasil testemunhou cenas de colapso hospitalar em Manaus, em que pacientes morreram por falta de oxigênio. No mesmo mês, o país começou a campanha de vacinação, marcada pela briga entre o governo de São Paulo e a gestão Bolsonaro e pela falta de doses. Em dois meses, a vacinação atingiu cerca de 6% dos brasileiros, e a chegada de lotes para os próximos meses não tem cronograma preciso.
O Brasil vive atualmente o seu pior momento da pandemia e vê estados e cidades anunciarem lockdowns e mais restrições para tentar reduzir o contágio.
Nos EUA, Biden espera liberar a imunização para todos os adultos a partir de maio e diz que há chances de que, no feriado de 4 de julho, os americanos possam se reunir, em pequenos grupos, para celebrar o Dia da Independência.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato