Coronavírus

Brasil e demais emergentes terão acesso dificultado a vacinas do Covax Facility a partir de 2022

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Economias emergentes - como Brasil, África do Sul, México ou Argentina -, se desejarem uma nova encomenda de doses pela Covax terão de bancar integralmente a compra já no ato da reserva  |   Bnews - Divulgação Reprodução/João Viana / Semcom

Publicado em 25/06/2021, às 12h53   Redação BNews



O Brasil enfrentará maiores dificuldades se quiser ampliar a aquisição de doses de vacinas contra a Covid-19 por meio do consórcio Covax Facility. 

A iniciativa organizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), junto a Aliança Gavi e Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (CEPI), busca agilizar a aquisição e distribuição de imunizantes para os países pobres.

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De acordo com informações do colunista Jamil Chade, do site UOL, durante reunião realizada pelo mecanismo em Genebra, nesta semana, ficou decidido que o consórcio modificará suas leis para ampliar a distribuição de vacinas nos países mais pobres do mundo no ano que vem.

Assim, economias emergentes - como Brasil, África do Sul, México ou Argentina -, se desejarem uma nova encomenda de doses pela Covax terão de bancar integralmente a compra já no ato da reserva. 

Atualmente, os pagamentos são feitos à medida que as doses são liberadas. Inicialmente, em 2020, o governo brasileiro não aderiu ao Covax Facility. Quando decidiu fazê-lo decidiu adquirir a cota mínima, de 43 milhões de doses. 

Contudo, em abril, quando o País começou a sofrer mais intensamente com a escassez de vacinas para manter a periodicidade de seu Plano Nacional de Vacinação, o Brasil passou a dialogar com a OMS para avaliar a possibilidade de ampliar as compras da Covax.

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