Coronavírus
Publicado em 29/06/2021, às 21h07 Redação BNews
Antes da assinatura do contrato com o Ministério da Saúde e de ser autorizada a importar o imunizante da Covaxin pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Precisa já tinha negociado a venda de imunizantes para clínicas privadas ainda em janeiro. Segundo a colunisra da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo,pelo menos uma das clínicas quer o dinheiro de volta e entrou com uma ação na Justiça.
A Clinica de Vacinas MDC, de Porto Alegre (RS) –que chegou a desembolsar R$ 66,4 mil da primeira parcela da compra das vacinas, mas não recebeu uma única ampola até agora– processa a Precisa para ser reembolsada. Ela diz que foi procurada pela Precisa no fim de janeiro e teria assinado contrato para a compra de 3 mil doses da Covaxin, por US$ 40,28 a unidades.
Ainda de acordo com a colunista, o contrato da Precisa com a clínica previa a devolução do dinheiro caso as doses não fossem entregues até o dia 30 de abril.Como a Anvisa só iberasse a importação emergencial do imunizante em junho, as vacinas não foram entregues no prazo e a MDC pediu o dinheiro de volta, mas a Precisa teria tentado reter 20% do valor.
A clínica acionou a Justiça, que já bloqueou uma parte dos recursos, e abriu prazo para a empresa apresentar seus argumentos.
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