Justiça

2ª Turma do STF nega habeas corpus a mãe de Henry Borel; saiba detalhes

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Menino Henry do Borel foi morto em 2021, quando tinha 4 anos  |   Bnews - Divulgação Montagem BNews/Fernando Frazão/Agência Brasil/Redes sociais

Publicado em 24/02/2025, às 10h52   Victória Valentina



A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, na última semana, manter a prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto em 2021, aos 4 anos. As informações são da coluna Ancelmo Gois, do Globo.

Os ministros seguiram o voto do ministro Gilmar Mendes, que afirmou que o julgamento do caso no Tribunal do Júri pode acontecer mesmo com recursos ainda em andamento.

A defesa de Monique Medeiros pediu pela revogação da prisão ou, pelo menos, que tivesse sua prisão substituída por outras medidas cautelares. Os advogados dela argumentaram que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou uma decisão anterior e mandou o processo voltar ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) para uma nova análise das provas.

Crime

Monique é acusada, juntamente com o seu então namorado, ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de ter participado da morte do filho, Henry Borel, de quatro anos, em 8 de março de 2021, no Rio de Janeiro.

O menino chegou a ser levado para o hospital, mas já sem vida. De acordo com a necropsia, ele sofreu hemorragia e laceração hepática por ação. O exame constatou ainda 23 lesões no corpo da criança.

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