Justiça
Depois de rodadas de negociação, os trabalhadores de segurança e vigilância patrimonial da Bahia fecharam a nova Convenção Coletiva de Trabalho. O acordo, chancelado pelo Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), atinge cerca de 35 mil profissionais do setor em todo o estado.
Além de atualizar o piso da categoria, o texto aprovado garantiu aumento no valor do vale-alimentação e reajustou a participação nas assistências médica e odontológica. As regras já estão valendo para os contratos firmados em território baiano.
A mesa de negociação reuniu o sindicato que representa a categoria profissional e o patronal, representante das empresas de segurança. A intervenção da Justiça do Trabalho acabou sendo decisiva para destravar os pontos de impasse e fechar o texto sem necessidade de greve ou arrasto jurídico.
O documento assinado também renovou exigências antigas da categoria. Entraram na conta a padronização do fornecimento de uniformes, o controle dos equipamentos de proteção individual (EPIs) e regramentos atualizados de saúde e segurança para quem atua na ponta.
Com a homologação no TRT-BA, o mercado agora precisa se adequar. Todas as empresas contratantes de segurança privada na Bahia, sejam órgãos públicos ou clientes do setor privado, vão ter que ajustar os valores das planilhas de custo para cobrir os novos pisos e benefícios fixados na convenção.
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