Justiça
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para dar visibilidade às pautas de direitos humanos, convocou dois dos maiores ícones da música brasileira: o DJ e produtor Alok, representado pelo seu instituto, e a cantora Daniela Mercury.
A dupla foi oficialmente nomeada embaixadora do Observatório de Direitos Humanos do CNJ. O grupo será coordenado por Clara da Mota Santos Pimenta Alves, secretária-geral do CNJ.
O anúncio veio através da Portaria Presidência Nº 323, de 29 de setembro de 2025. A decisão, assinada pelo ministro Edson Fachin, presidente do CNJ, não parou por aí. Além dos artistas, a ativista indígena Samara Pataxó e o ex-ministro Celso Lafer também assumem o posto de embaixadores. A missão é clara, conforme o Art. 2º da Portaria: promover e divulgar as ações institucionais do grupo de trabalho, que monitora e sugere mudanças cruciais na interface do Judiciário com os direitos humanos.
A escolha dessas personalidades é usar a enorme influência popular de Alok – notório por sua forte atuação filantrópica através do Instituto Alok – e a voz de Daniela Mercury, que há décadas levanta a bandeira dos direitos LGBTQIA+ e da justiça social, para injetar um apelo de massa nas causas do Observatório. A expectativa é que essa visibilidade ajude a ampliar o alcance das discussões.
A nova Portaria, que revoga a anterior de 2023, também redesenhou a estrutura do Observatório, tornando-o mais diverso. Vinte e um organismos da sociedade civil, que representam minorias e temas cruciais, foram incluídos na composição do grupo, conforme detalha o Art. 1º.
Entre os integrantes estão:
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