Justiça
O advogado baiano João Neto já faz muito sucesso nas redes sociais. Com 2 milhões de seguidores nas redes sociais, o nome do criminalista, que atua na defesa do candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), estampou os noticiários nesta semana por causa de uma confusão com outro colega de profissão em meio à uma audiencia, na cidade de Maceió, no estado de Alagoas.
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Depois da confusão, ele utilizou seu perfil oficial no Instagram para se justificar e explicou como tudo aconteceu. "Ele começou a falar alto e me empurrou. Eu não sou mais homem que ninguém, mas ninguém é mais homem que eu. Enquanto tiver me xingando, realmente respeito e aceitou, mas não aceito que me toque, empurre ou me bata. Eu agi em legítima defesa, então não adianta. Eu repeli a agressão atual e eminente com os meios necessários que eu tinha no momento, que era as mãos".
Apesar de toda repercussão, o advogado já possui um histórico de situações conturbadas ao longo da carreira desde quando atuava como policial militar. Alguns destes episódios foram relatados recentemente pelo próprio João Neto durante entrevista ao BNews, no podcast PodZé, comandado pelo apresentador José Eduardo, na BNewsTV.
Um dos "problemas" foi sua expulsão da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), quando ainda era soldado. "Aquilo que fizeram comigo foi um absurdo" [...] "eu tinha um orgulho muito grande pela polícia, eu trabalhava até de graça, não entrei pelo dinheiro", declarou ao se posicionar contra sua retirada da PM, que segundo ele, foi motivada por uma discussão com a esposa do coronel Paulo Cunha. "Fui expulso porque eu discuti com a mulher no trânsito e chamei ela de gostosa. Era mulher do coronel" , explicou. " Eu discuti com ela no trânsito, parei para abastecer, ela me seguiu e eu falei que prenderia ela", completou.
Com discurso afiado contra a própria OAB, que ele alega ser um órgão racista, o advogado pós-graduado e mestre em ciências criminais conta que também já foi vítima de tentativa de homicídio. "Já tentaram me matar oito vezes. Cliente para não pagar. Hoje mais não porque eu recebo para trabalhar e não trabalho para receber". “Um me devia R$ 8 mil reais. Pra não me pagar, mandou eu ir buscar em outra cidade. Aí eu fui lá buscar. Alguma coisa disse assim ‘saia de dentro do carro’. Eu saí. O telefone toca: ‘E aí, é você que está nesse carro branco?’ Aí [imita sons de disparos de arma de fogo] e correu”, detalhou.
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Por outro lado, João Neto revelou que já foi associado a 32 mortes, como policial e como pessoa física. "Matei mais dois que tocaram fogo em meu estabelecimento", afirmou ao relatar outro episódio contra um adolescente de 16 anos. "Matei um garotão de 16 anos, matei na frente de todo mundo, dei cinco tiros nele. Atirou na cabeça do meu funcionário, por azar dele eii estava no caixa e fui mais rápido".
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