Justiça

Candidata a vaga no TRT5 diz não fazer ideia dos motivos para suspensão da votação da lista tríplice

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Advogada trabalhista Paloma Costa Peruna é uma das candidatas pelo Quinto Constitucional  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Vídeo

Publicado em 05/11/2025, às 19h31 - Atualizado às 19h31   Bernardo Rego e Claudia Cardozo



A advogada trabalhista Paloma Costa Peruna, candidata pelo Quinto Constitucional a uma vaga de desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5) , esteve na posse da nova Mesa Diretora do Tribunal que aconteceu nesta quarta-feira (5) no Centro de Cultura Cristã da Bahia (CECBA) no bairro do Costa Azul em Salvador.

Em entrevista ao Bnews ela comentou sobre o processo de escolha do novo integrante da Corte a partir dos nomes indicados pela OAB. Peruna disse que recebeu a decisão de suspensão da votação da lista tríplice com serenidade.

"Um pouco surpresa, mas a gente tenta absorver as informações com serenidade e seguir em frente. Eu não tenho problema nenhum em apresentar meu currículo e minha história, porque é o que a gente vem fazendo ao longo de todo esse processo. Então, para mim é tranquilo", pontuou.

"[...] Eu acredito que foi feito o melhor possível para que tudo fosse sanado de forma tranquila, ordeira e respeitosa", acrescentou.

A advogada aproveitou para reiterar a competência da OAB para indicar os nomes mais preparados para assumir tal posto dentro da Justiça do Trabalho.

"Eu interpreto que a competência da própria OAB, como bem o ofício se posicionou a competência constitucional da OAB para definir os critérios para entender o que é necessário para comprovar os requisitos constitucionais de ocupar a vaga que é da advocacia no tribunal. Eu fico muito tranquila porque eu só atuo na justiça do trabalho há 23 anos, então eu estou lá todos os dias", explicou.

Sobre a motivação para a questão de ordem apresentada pelo desembargador Edilton Meirelles, a advogada disse não fazer a menor ideia do que motivou a decisão.

"Eu não faço a mais longínqua ideia além dos argumentos que ele próprio que o doutor colocou lá. Eu acredito que ele tenha explicado as motivações dele e outros desembargadores e desembargadoras também seguiram com as suas motivações, independente de concordar ou não concordar, de discordar ou de acolher, ele explicou os motivos dele e acredito que tenha sido aquilo mesmo", afirmou.

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