Justiça
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 28/04/2026, às 05h00
O plenário da Vara do Júri de Juazeiro, no Norte da Bahia, sedia nesta terça-feira (28), a partir das 9h, o julgamento de Lucas Matheus Avelino da Silva. O caseiro é acusado de ser o autor do crime que vitimou o advogado Marcílio Márcio Amorim Gonçalves, encontrado morto com pés e mãos amarrados em novembro de 2024.
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Em entrevista ao BNews, a família de Marcílio descreveu a agonia da espera e a marca deixada pela perda.
Tem sido muito difícil, a família convive diariamente com a ausência do meu irmão e com as consequências de um crime extremamente violento e cruel. Seguimos com dignidade, mas marcados por uma perda irreparável e dor latente”, desabafou um familiar.
Para os parentes, o julgamento desta terça representa um momento crucial, embora não apague o sofrimento. “É um momento importante. Não se trata de encerrar a dor, porque isso não existe, mas de finalmente ter a oportunidade de ver o caso julgado e que a resposta venha na medida da gravidade do crime, que foi praticado com extrema violência e frieza”.
A identificação do caseiro como principal suspeito de ser o autor do crime, trouxe à família um misto de alívio e revolta.
Foi uma resposta necessária, mas também evidenciou a frieza e a brutalidade com que o crime foi cometido. Não foi um ato impulsivo ou isolado, mas uma ação marcada por violência intensa, o que reforça a necessidade de responsabilização e punição”, reforça a família.
A expectativa dos familiares é que o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri considere o suspeito como culpado por homicídio qualificado. “Estamos diante de um crime cometido com extrema crueldade, então esperamos que o julgamento reflita a gravidade dos fatos e confiamos que o Tribunal do Júri dará a resposta adequada”.
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