Justiça

Daniela Borges projeta gestão de Rotondano no TJBA e destaca diálogo com a OAB-BA: "Muito otimista"

Angelino de Jesus | OAB-BA
A presidente da OAB-BA, Daniela Borges, comenta sobre as expectativas para a nova gestão do Tribunal de Justiça da Bahia sob a liderança de Rotondano.  |   Bnews - Divulgação Angelino de Jesus | OAB-BA

Publicado em 05/02/2026, às 20h12 - Atualizado às 20h12   Claudia Cardozo e Daniel Serrano



A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), Daniela Borges, esteve presente, nesta quinta-feira (5), na cerimônia de posse da Mesa Diretora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) para o biênio 2026-2028. Na oportunidade, o Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano sucede a Desembargadora Cynthia Maria Pina Resende na Presidência do tribunal.  

Em entrevista ao BNews, Daniela Borges comentou a expectativa da OAB-BA em relação à gestão de Rotondano no TJBA e ressaltou a importância do diálogo institucional entre a OAB-BA e o tribunal. Segundo ela, o novo presidente já assume o cargo com projetos capazes de promover avanços significativos no funcionamento do Judiciário baiano.

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“O desembargador Rotondano, agora como novo presidente do TJ Bahia, já chega com uma série de projetos que acreditamos que vão trazer muitas melhorias para o tribunal. Os desafios são imensos. A notícia recente do concurso nos deixa confiantes, porque um dos maiores problemas do tribunal é a falta de magistrados, sobretudo no interior”, afirmou.

“Estamos bastante otimistas. Em todos os postos que o desembargador Rotondano ocupou, ele entregou com muita competência, promovendo diversas melhorias e mais eficiência. Isso reforça nossa confiança”, acrescentou.

Entre as principais demandas da advocacia, a presidente da OAB-BA citou a necessidade de preservação das prerrogativas profissionais, além da ampliação do quadro de servidores e da realização de concursos públicos. 

“O tribunal sempre precisa muito de estrutura. Por isso, a importância do concurso. O edital demorou, mas saiu. Temos acompanhado a nomeação de muitos servidores, o que também é muito importante”, avaliou.

“É um trabalho feito com muito cuidado e de forma individualizada. Muitos magistrados atendem os advogados, mas, nos casos em que isso não acontece, fazemos um trabalho pontual. Seguimos com o projeto ‘Atender é Lei’ e outros voltados à valorização de uma profissão que exerce um papel essencial no sistema de justiça”, concluiu.

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