Justiça

Fórum Bahia-China: Zilan Costa e Silva, vice-presidente da ACB, debate investimentos e desenvolvimento

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Zilan Costa e Silva apresenta a visão do empresariado baiano sobre como atrair capital e tecnologia chinesa para modernizar a economia local  |   Bnews - Divulgação Foto: Divulgação
Claudia Cardozo

por Claudia Cardozo

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 26/11/2025, às 12h00



O vice-presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Zilan Costa e Silva, palestrou no III Fórum Bahia-China, nesta terça-feira, 25 de novembro, no Hotel Deville, em Salvador. O vice-presidente, que é advogado especialista em Direito Internacional e Marítimo, integrou o Painel 4, que tem como foco a "Relação comercial Bahia-China: investimentos, parcerias e desenvolvimento industrial".

O Painel traçou um "Panorama de investimentos, parcerias empresariais e estratégias de atração de investimentos para o fortalecimento da industrialização regional, com base na Nova Indústria Brasil."

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Ao lado de outros especialistas, Zilan Costa e Silva apresentou a perspectiva do empresariado baiano sobre como o estado pode se posicionar de forma estratégica para atrair capital e tecnologia do gigante asiático, crucial para a modernização e o crescimento da economia local.

Para Costa e Silva, o momento exige um foco claro na estruturação de um novo futuro industrial. “A realização do III Fórum Bahia–China marca um momento decisivo para o futuro econômico do estado. Este é um espaço onde o diálogo se transforma em oportunidades concretas. Na palestra, mostrei que a Bahia está preparada para dar um salto industrial, logístico e tecnológico por meio de parcerias sólidas com a China”, afirma o representante da ACB.

Zilan Costa e Silva destaca que a “China é hoje uma das principais forças econômicas globais, e a Bahia reúne vocações estratégicas em energia, mobilidade elétrica, portos e agroindústria”. “Somar essas capacidades é construir desenvolvimento de longo prazo”, reforça o advogado.

O vice-presidente ainda acrescenta que a ACB tem a responsabilidade de atuar como ponte permanente entre o empresariado baiano e os investidores chineses.

“O Fórum demonstra que a Bahia está aberta ao mundo e que, quando aproximamos culturas e economias com respeito e visão estratégica, todos ganham : o estado, o setor produtivo e, principalmente, a sociedade”, frisa o vice-presidente da Associação.

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