Justiça
Representantes do Governo da Bahia se reuniram com órgãos do Sistema de Justiça para tratar do confronto ocorrido no bairro de Fazenda Coutos, em Salvador, entre guarnições da Polícia Militar e 12 suspeitos de integrar uma facção criminosa, na quarta-feira (5). A reunião foi coordenada pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) com o objetivo de garantir transparência nas ações adotadas pelos órgãos de segurança e viabilizar o cumprimento dos procedimentos de apuração e fiscalização dos eventos.
Estiveram presentes na reunião o secretário da SJDH, Felipe Freitas, o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, o procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, a defensora pública-geral, Camila Canário, o juiz Antônio Faiçal, representando o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Tribunal de Justiça da Bahia (GMF/TJBA), além de autoridades das polícias Civil e Militar.
Durante o encontro, a Polícia Civil relatou as ações iniciais de coleta de depoimentos e análise de imagens de câmeras de segurança, com apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT) responsável pela perícia no local. A Polícia Civil reafirmou que está tomando todas as medidas necessárias para esclarecer os detalhes da ocorrência.
O Comando Geral da Polícia Militar informou que uma investigação foi instaurada no âmbito da Corregedoria da PM, enquanto a Secretaria da Segurança Pública (SSP) acompanha o caso por meio de sua Corregedoria Geral. O Ministério Público da Bahia também anunciou que acompanhará as investigações através dos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp).
Em nota, as instituições presentes reiteraram seu compromisso com a total transparência no processo de apuração e destacaram a importância da continuidade das ações de segurança pública em Fazenda Coutos, visando à proteção dos moradores e o restabelecimento da normalidade na comunidade.
O secretário de Justiça, Felipe Freitas, afirmou: "É dever das instituições de Estado assegurarem máxima transparência nas suas ações, em especial quando há mortes envolvidas. O Governo do Estado colaborará para que o Ministério Público tenha pleno acesso aos dados da ocorrência e que o Poder Judiciário e os órgãos de correição possam se manifestar tecnicamente sobre o processo. É preciso aguardar o desfecho das investigações."
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