Justiça

Presidente da Comissão de IA da OAB-BA alerta para desafios éticos e legais da Inteligência Artificial no Direito

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No podcast JusNews, Seixas questiona a origem dos dados que alimentam as IAs e a necessidade de discutir direitos autorais relacionados.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / YouTube
Claudia Cardozo

por Claudia Cardozo

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 30/05/2025, às 21h22 - Atualizado às 21h46



Em participação no podcast JusNews, a advogada Maria Clara Seixas trouxe à tona as preocupações da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) com o avanço da Inteligência Artificial (IA). A entidade, segundo Seixas, está atenta aos impactos da IA não só na advocacia, mas em toda a sociedade, e destaca a necessidade urgente de uma "construção ética dessas ferramentas".

Um dos principais pontos levantados por Maria Clara Seixas no podcast diz respeito à origem e ao uso dos dados que alimentam e treinam as IAs. Ela questiona: "Temos discussões dos direitos autorais dessas informações que foram colocadas ali, se as informações vieram de doutrinas, de uma legislação que pode ser utilizada, se a fonte era de internet, fontes públicas, fontes privadas, se tem propriedade intelectual ou não…"

No âmbito da OAB-BA, a discussão se aprofunda sobre o uso da IA por advogados e juízes e suas consequências. Maria Clara Seixas levanta o debate sobre as atividades privativas da advocacia e como a tecnologia pode transformar a rotina dos escritórios. Para ela, a chave para lidar com essas mudanças é a "capacitação da advocacia e na educação da advocacia", preparando a classe para os desafios e oportunidades que a IA apresenta no cenário jurídico.

Classificação Indicativa: Livre

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