Justiça

Servidores do CNJ brigam por isonomia e querem auxílio-saúde igual ao de juízes

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Os servidores pedem um valor mínimo nacional para o auxílio e aumento do limite de reembolso de 10% para 15%  |   Bnews - Divulgação Foto: Divulgação
Claudia Cardozo

por Claudia Cardozo

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 27/05/2026, às 10h15



A Associação dos Servidores do Conselho Nacional de Justiça (Asconj) acionou o órgão para exigir igualdade no pagamento do auxílio-saúde. A categoria pede que o reembolso de despesas médicas tenha a mesma base de cálculo e os mesmos percentuais já aplicados aos magistrados. 


O processo está sob a relatoria do conselheiro Ulisses Rabaneda. A entidade contesta a Resolução nº 294 do CNJ, alegando que a diferença nos valores viola o princípio da isonomia (igualdade de direitos).


O caso ganhou novos desdobramentos após a associação apresentar decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e novas regras de 2026 que unificaram o regime de saúde do Judiciário ao do Ministério Público. 


No pedido, os servidores querem ainda a criação de um valor mínimo nacional para o benefício dos servidores; e elevação do limite máximo mensal de reembolso de 10% para 15%, acompanhando o teto atual do Ministério Público.


O Sindjus/DF (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União no DF) também entrou na ação como terceiro interessado. Diante dos novos pedidos, o relator Ulisses Rabaneda determinou o envio dos autos ao Comitê Gestor Nacional de Saúde do CNJ, que deverá emitir um parecer complementar antes da decisão final.

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