Justiça
por Claudia Cardozo, de Cachoeira, e Thiago Teixeira
Publicado em 25/06/2026, às 17h50
"Nós pretendemos com que a ouvidoria não seja um órgão punitivo de nenhum juiz ou serventuário, mas que sirva para estimular as pessoas a resolverem suas questões". Essas foram as palavras do desembargador Alberto Raimundo Gomes durante entrevista ao BNews, nesta quinta-feira (25), ao falar sobre projeto da Ouvidoria Itinerante do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
A iniciativa, que chegou ao município de Cachoeira, no Recôncavo baiano, durante a primeira edição do Projeto "Justiça em Território – Presença que Transforma", tem o objetivo de estreitar os laços entre o Poder Judiciário e a sociedade. De acordo com o desembargador, a principal inovação da atual gestão é a articulação para estabelecer uma Rede de Ouvidorias Públicas no estado, inspirada em um modelo bem-sucedido de Minas Gerais.
Nós pretendemos com que a ouvidoria não seja um órgão punitivo de nenhum juiz ou serventuário, mas que sirva para estimular as pessoas a resolverem suas questões, buscando solucionar as demandas que o cidadão nos traz, sejam elas relativas a processos, saúde, segurança ou direitos humanos. Para ampliar esse suporte, estamos acoplando ao nosso trabalho o Centro de Atendimento às Vítimas (CEAV) e adotando uma postura proativa", destacou o desembargador ouvidor.
Confira a entrevista completa:
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