Economia & Mercado
Publicado em 25/04/2011, às 08h10 Redação Bocão News e Agências
O futuro das ações da Petrobras está mais de uma vez nas mãos do governo. Os desentendimentos públicos entre o Ministério da Fazenda e a estatal sobre o reajuste dos preços dos combustíveis afetaram os papéis da companhia nas últimas semanas. Só este mês até sexta-feira (22), as ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da estatal acumulam queda de 7,79%, e as ordinárias (ON, com voto), 9,63%. Os analistas estão agora divididos entre os que acreditam no aumento de preços da gasolina – e acreditam, portanto, numa alta das ações da empresa a curto prazo – e os que temem uma resistência do governo por causa do controle da inflação, o que afetaria o balanço, a cotação dos papéis e a distribuição de dividendos.Classificação Indicativa: Livre
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