R$ 5 bilhões. Este foi o valor da negociação que fez da Usiminas, agora, argentina. Depois de um ano de negociações, não foi nem Jorge Gerdau nem Benjamin Steinbruch a arrematar a Usiminas. A compra da parte da Votorantim, da Camargo Corrêa, e de uma parte do fundo dos empregados foi fechada pelo grupo argentino Ternium, de Paolo Rocca. A informação foi divulgada pela coluna de Sonia Racy, do jornal Estadão.
Agora, com a Nippon Steel, a Ternium controla a empresa. E se compuseram com a Mitsubishi, também acionista, coisa que a Gerdau não conseguiu.