Publicado em 14/02/2012, às 21h41 Redação Bocão News
Dados divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigas) apontam que o setor brasileiro de gás liquefeito de petróleo (GLP) encerrou o ano passado com um total de 7,1 milhões de toneladas comercializadas.
Os números mostram crescimento de 2,44% em relação ao ano anterior. O resultado superou a previsão inicial, que era uma expansão em torno de 2,20%, informou Sério Bandeira de Melo, que preside o Sindigas, com sede no RJ.
Houve também expansão de 2,06% na comercialização de GLP em embalagens de 13 quilos. Na versão granel, o aumento foi mais significativo: 3,45%.
Esse tipo de GLP é vendido por centrais de gás para indústrias, condomínios e o comércio, com o uso de caminhões que abastecem um depósito. “Esse é um mercado que vem experimentando crescimento maior do que o mercado de botijões”, acrescentou o sindicalista.
O mercado de GLP doméstico movimenta cerca de 33 milhões de botijões de 13 quilos por mês, representando um faturamento anual de cerca de R$ 15 bilhões, com um prejuízo estimado até R$ 840 milhões anuais por conta da informalidade. Existem no país 37 mil revendedores legais de gás, entre os informais o número pode chegar a 100 mil.
Além da Brasilgás, atuam na Bahia as distribuidoras SHV Gás (Minasgás e Supergasbrás), Nacional Gás Butano e Liquigás, que se sentem prejudicadas com a prática ilegal.
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