Economia & Mercado

Mercado reduz projeção da inflação para 2026 pela primeira vez desde fevereiro

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Ministério da Fazenda indica que o governo deve revisar a inflação de 2026, considerando fatores como o El Niño  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Pixabay
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 06/07/2026, às 11h09 - Atualizado às 11h17



A projeção dos economistas consultados pelo Banco Central para a inflação de 2026  será reduzida pela primeira vez desde o mês de fevereiro. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (6), a estimativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) passou de 5,33% para 5,30%, permanecendo acima do teto da meta de inflação, de 4,5%.

Conforme noticiou a CNN Brasil, a projeção para o ano que vem subiu para 4,18% e para 2028 foi mantida em 3,70%. A secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire, afirmou, na semana passada, que o governo deve revisar a projeção oficial para a inflação de 2026, devido aos efeitos do fenômeno El Niño e outros fatores, mas com uma estimativa inferior à do mercado.

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A previsão para a taxa Selic ao fim do ano ficou em 14%. Em 2027, a expectativa é de 12% e, em 2028, 10,5%. A expectativa é que o crescimento do PIB seja mantido em 1,99% para 2026, com discreta alta para 1,69% em 2027 e permaneça 2% em 2028. A projeção de câmbio segue com o dólar em R$ 5,20 no fim deste ano, R$ 5,28 em 2027 e R$ 5,35 em 2028.

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