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Caso Master: Banco Central lança estratégia para evitar novos escândalos financeiros; saiba mais

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O Banco Central vai introduzir um Índice de Liquidez de Ativos para evitar fraudes como a do Banco Master  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Arquivo
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 20/01/2026, às 13h59



O Banco Central vai introduzir um Índice de Liquidez de Ativos para evitar fraudes como a do Banco Master, que deixou um rombo de até R$ 50 bilhões. As informações são de Miriam Leitão, em coluna no portal O Globo.

Desta forma, os grandes bancos como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa poderão ter que despender de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões cada um para recompor o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

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Desde a última segunda-feira (19), o FGC passou a restituir aos investidores até o valor garantido. No entanto, depois será necessário refazer o fundo com rombo que pode chegar a R$ 50 bilhões. As instituições terão que antecipar cinco anos de contribuição e aumentar o percentual da contribuição.

Cenário e medida

De acordo com Miriam Leitão, a conta atualmente está entre R$ 41 bilhões a R$ 45 bilhões de passivo coberto pelo FGC. Esse número pode chegar a R$ 50 billhões caso o Will Bank seja liquidado. O banco foi comprado em 2024 pelo Master, e possui cinco milhões de clientes, com depósitos pequenos, pois atende principalmente pessoas das classes C, D e E.

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Segundo a jornalista e economista, o aperto do Banco Central na supervisão bancária com a criação de um Índice de Liquidez de Ativos para as instituições financeiras serve para fortalecer a prevenção de problemas como o do Banco Master.

O banco que estiver com um índice de liquidez baixo e uma alta captação em produtos com garantia do Fundo Garantidor de Crédito terá que comprar títulos do Tesouro em volume suficiente para fazer frente ao passivo. Essa é uma forma de dar mais segurança ao consumidor e impedir novas falcatruas.  

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